O aumento da floração e a maior quantidade de pólen no ar podem intensificar sintomas como espirros frequentes, coriza, coceira no nariz e nos olhos e congestão nasal
Apesar do clima agradável, a primavera também pode ser um período de maior desconforto para quem tem alergias respiratórias. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), com o aumento da floração e maior quantidade de pólen disperso no ar, os sintomas como espirros frequentes, coriza, coceira no nariz e nos olhos e congestão nasal podem se intensificar.
Embora o pólen seja um dos principais agentes relacionados às alergias sazonais, pessoas já sensibilizadas podem apresentar sintomas provocados ou agravados por alérgenos presentes durante todo o ano. De acordo com Leonardo Abreu, médico de família e comunidade da Amparo Saúde, empresa de Atenção Primária do Grupo Sabin, ácaros presentes na poeira doméstica, por exemplo, também podem provocar sintomas persistentes ou agravá-los em pessoas já sensibilizadas.
Por isso, a ASBAI recomenda medidas de controle ambiental, como manter os ambientes limpos, reduzir o acúmulo de poeira e cuidar da ventilação, pois podem ajudar a diminuir a exposição aos agentes. Mesmo assim, caso os sintomas de alergia apareçam ou piorem durante a primavera, o médico reforça a importância de procurar avaliação médica para descobrir o possível gatilho.
A investigação pode ser complementada, quando indicada, por exames laboratoriais que avaliam a presença de anticorpos relacionados às reações alérgicas, como a dosagem de imunoglobulina E (IgE) total. “De todo modo, os resultados não devem ser interpretados isoladamente, já que precisam ser associados à avaliação clínica. A investigação deve considerar os sintomas, o histórico do paciente e a exposição a possíveis alérgenos”, alerta o médico.
Já a dosagem de IgE específica pesquisa anticorpos IgE dirigidos contra determinadas proteínas, frutas ou grãos, por exemplo. Além disso, os painéis de alérgenos avaliam 112 componentes alergênicos, e o diagnóstico molecular por componentes (CRD) é capaz de identificar qual molécula (proteína) causa a alergia e de diferenciá-la de reações cruzadas.
“Muitos pacientes que vivem com esses sintomas acabam utilizando frequentemente medicações para aliviar momentaneamente o incômodo, sem chegar à causa real. Por isso, para quem costuma apresentar sintomas nessa época do ano, observar quando e em quais ambientes eles aparecem pode ajudar a entender melhor o próprio quadro e, com isso, adotar medidas de prevenção mais direcionadas”, completa.
Grupo Sabin
Com 42 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades, o Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.500 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas. O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente, com 366 unidades distribuídas de norte a sul do país.
O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo. Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde – Rita Saúde – solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência
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