Médica e professora da Afya Salvador alerta
para os altos índices de viroses no pós-carnaval
Já é carnaval, cidade. O que começa com alegria, confete e serpentina pode terminar com febre, diarreia e mal-estar. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador (SMS), as unidades de pronto atendimento registraram aumento de 32% nos casos de viroses gastrointestinais nas duas semanas seguintes após o carnaval de 2025. Aglomeração, calor e o consumo de alimentos vendidos nas ruas são os principais fatores de risco.
O período de beijos, abraços, suor, copos e garrafas compartilhadas também levanta um outro alerta: a transmissão de síndromes gripais aumentou 25% no mesmo período, segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB). E o cenário deve se repetir este ano. Quando se pensa em desidratação e sintomas virais leves, então, o índice chega a 40%, segundo a SMS.
Segundo a médica e professora da Afya, Adriana Lessa, o sistema imunológico também fica sobrecarregado devido as noites mal dormidas; consumo excessivo de álcool; o relaxamento com os hábitos de higiene; o compartilhamento de copos, latas e garrafas de bebidas; o uso coletivo de banheiros e a exposição de alimentos ao sol por longos períodos, outros agravantes para a proliferação de sintomas virais e gastrointestinais. “Beijos, abraços, multidões e o uso coletivo de banheiros e objetos são comportamentos típicos que elevam a transmissão de vírus respiratórios, como a influenza e o rinovírus, e gastrointestinais, a exemplo do norovírus e do rotavírus. Há também o risco de risco de transmissão de mononucleose pelo beijo, além de viroses gripais e influenza. Além disso, a redução da higiene pessoal em ambientes de festa e a baixa ingestão de água criam um cenário ideal para proliferação de infecções”, destaca.
A profissional da Afya, maior grupo de educação e soluções médicas do Brasil, e que na Bahia está presente em Salvador, Itabuna, Vitória da Conquista e Guanambi, também aleta para os cuidados que se deve ter após o Carnaval, e quando a infecção já está estabelecida: “Na recuperação, é fundamental repousar; manter uma hidratação adequada; priorizar uma alimentação leve e nutritiva, rica em frutas, legumes e proteínas magras; e evitar álcool e alimentos gordurosos. Em caso de febre persistente, vômitos ou diarreia intensa, deve-se procurar atendimento médico para avaliação e hidratação adequada. Deve-se também lembrar que a suplementação e o uso de medicamentos devem ser sempre orientados por um profissional”, conclui Adriana Lessa
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior, 33 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.653 vagas de Medicina aprovadas e 3.543 vagas de medicina em operação, com mais de 24 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
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