O candidato a deputado estadual Igor Dominguez (PL) criticou o desempenho da rede estadual de ensino da Bahia no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025. Nos anos finais do ensino fundamental, a rede baiana ficou na última colocação entre os estados brasileiros. Já no ensino médio, registrou a menor nota do Nordeste, empatada com o Maranhão.
“Mais uma vez, a Bahia fracassa na educação. E, dessa vez, os números não deixam espaço para desculpas. A rede estadual ficou em último lugar nos anos finais do ensino fundamental no Brasil e teve a menor nota do ensino médio entre os estados do Nordeste”, afirmou Igor.
Nos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, o Ideb da rede estadual baiana caiu de 4,0, em 2023, para 3,9 em 2025. A Bahia foi uma das duas redes estaduais do país que registraram queda no indicador no período e passou a ocupar isoladamente a última posição nacional.
Para Igor, o resultado vai além das estatísticas e representa um problema que afeta diretamente as oportunidades oferecidas aos jovens baianos.
“Isso não é apenas um número. É o retrato de milhares de estudantes que estão tendo o futuro comprometido por uma educação que não entrega o que deveria. Estamos falando de jovens que dependem da escola pública para construir oportunidades e transformar suas vidas”, destacou.
No ensino médio, a rede estadual da Bahia apresentou uma pequena evolução, passando de 3,7 para 3,8, mas permaneceu com a menor nota do Nordeste, empatada com o Maranhão. Estados como Piauí, com 4,9, Pernambuco, com 4,7, e Ceará, com 4,5, aparecem bem à frente no indicador.
Igor defendeu que a educação estadual precisa ser conduzida com foco em planejamento, gestão e melhoria efetiva dos resultados de aprendizagem.
“Educação precisa ser prioridade de verdade. Precisa de planejamento, gestão, investimento e, principalmente, resultados. Não basta anunciar ações se, na ponta, o estudante continua sem receber a educação de qualidade que merece”, disse.
O candidato também afirmou que a Bahia precisa deixar de tratar os baixos indicadores educacionais como algo normal e buscar referências em estados que conseguiram avançar.
“A Bahia pode e precisa fazer muito mais pelos nossos estudantes. Não podemos continuar normalizando o fracasso. Precisamos olhar para quem está conseguindo avançar, entender o que funciona e ter capacidade de gestão para mudar essa realidade. A Bahia merece mudança”, concluiu Igor Dominguez.

